28 de janeiro de 2014

Random picture #20


Never walk away from home ahead of your axe and sword.
You can't feel a battle in your bones or foresee a fight. 

26 de janeiro de 2014

Vencedor do Passatempo "4 Anos - Os Livros do Lars.


Terminado o passatempo, resta-me agradecer a todos os participantes e anunciar o vencedor:
Parabéns ao João Mira que acabou de ganhar um exemplar de "O Corsário do Rei".
A escolha do vencedor foi feito aleatoriamente no site random.org


- Para onde Nicholas é enviado? Crydee.
- Qual é o primeiro volume da saga Filhos de Krondor? O Príncipe Herdeiro

24 de janeiro de 2014

Opinião - A Serva do Império Vol 2


A Saga do Império é uma das obras mais famosas de Raymond E. Feist. O mundo exótico de Kelewan é um marco histórico na Fantasia épica. De Kelewan, saíram algumas das ideias e personagens mais emblemáticas da fantasia. De uma parceria com Janny Wurts, provavelmente uma das mais bem-sucedidas da literatura fantástica, nasce uma obra apaixonante. Um mundo de personagens reais, intriga política e ação.. INTRIGADO? SAIBA OS SEGREDOS DO EXÓTICO MUNDO DE KELEWAN. 
Os tempos mudaram e as formas de poder são hoje mais subtis e traiçoeiras. Nenhum clã pode sobreviver sem conhecer as intrigas do Jogo do Conselho. E todos o sabem. Mara dos Acoma está mais implacável do que nunca. Com a vida do seu filho em perigo e a continuidade da sua Casa ameaçada, a Senhora dos Acoma usa de todos os meios para controlar a crueldade dos seus inimigos. Dotada de uma destreza intelectual invulgar, Mara dos Acoma coloca em causa não só as tradições dos Tsurani, como as suas próprias convicções. Neste jogo de sentimentos e poder, poderá não haver um vencedor… Este volume é a segunda parte de A Serva do Império, pertencente à magnífica saga épica de Feist e Wurts - uma das colaborações mais bem-sucedidas de todos os tempos no estilo fantástico.

Opinião:

"A Serva do Império - Vol 2", é a segunda parte de um excelente livro, que nasceu da colaboração entre Raymond E. Feist e Janny Wurts. 

Mara dos Acoma, continua a provar-se uma mestre no perigoso Jogo do Conselho, o que já lhe causou terríveis inimigos como os Minwanabi, que fazem de tudo para destruir os Acoma. Para mim a Mara é uma das melhores personagens que o Feist criou. Com uma natureza complexa,  completamente inovadora em relação aos costumes dos tsurani, que com a sua inteligência consegue alterar tradições milenares. 

Kevin é outra personagem que merece destaque. Ele é um escravo de Mikdemia, que se tornou amante da Mara e que com a sua cultura completamente diferente vai provocando aos poucos grandes mudanças em Mara. 

Como já é marca habitual desta saga, a magia é um elemento pouco presente, e o grande foco do livro é mesmo o Jogo do Conselho. A luta das diversas famílias no Jogo é impiedosa e cheia de traições e intrigas. 

Por ser a segunda metade de um livro a leitura começa logo a um ritmo elevado e sem qualquer introdução, por tanto aconselho a leitura do primeiro volume antes para uma leitura mais fácil. Espero que o terceiro livro, na versão original, não seja também dividido. 

Gostei imenso deste livro, com uma trama muito bem construída, algumas batalhas sangrentas, inúmeros intrigas e com excelentes personagens. 

Avaliação: 9-10

20 de janeiro de 2014

Opinião - O Jogo do Leopardo


O agente da Brigada Antiterrorista John Corey e a sua mulher, a agente do FBI Kate Mayfield, acabaram de ser colocados em Sanaa, no Iémen - um dos lugares mais perigosos do Médio Oriente.
Não lhes deram muita informação a respeito da sua missão, a não ser que iriam trabalhar com uma pequena equipa para encontrar um dos cérebros por trás do bombardeamento do USS Cole: um operacional de alta patente da Al Qaeda conhecido como o Leopardo. Implacável e esquivo, é procurado por múltiplas ações terroristas e assassinatos, e o governo dos Estados Unidos está decidido a capturá-lo a todo o custo.
Ao princípio, John e Kate não sabem porque é que foram escolhidos para esta missão em particular, mas rapidamente se apercebem de que estão a ser usados como isco: o Leopardo está à procura de vingança pela morte de Asad Khalil, um terrorista líbio que John abateu recentemente em Nova Iorque.

Opinião:

"O Jogo do Leopardo" é o terceiro thriller que leio de Nelson DeMille. Este livro tem como pano de fundo a luta contra o terrorismo e toma lugar no Iémen, um dos locais mais perigosos do Médio Oriente.

John Corey é novamente enviado para o Iémen, onde já tinha estado para investigar o ataque ao contratorpedeiro USS Cole, agora voltou para encontrar um perigoso membro da Al Qaeda conhecido como Leopardo e que é um dos responsáveis pelo ataque.

A investigação de Corey e da sua equipa leva-os a um país onde a corrupção e a violência são muito comuns e todos os homens andam armados com AK47, tem a difícil tarefa para capturar um homem muito perigoso. 

Um livro tem um enredo muito bem construído e com tramas muito boas. Mas por mim peca em parte por ter vários capítulos que achei desnecessários e que têm poucos desenvolvimentos. Corey é uma personagem que me cativou pelo seu sentido de humor e pela sua sagacidade.

Mais um bom livro de Nelson DeMille, autor que irei continuar a seguir com atenção.

Avaliação: 8-10

19 de janeiro de 2014

Entrevista a Pedro Garcia Rosado



O próximo entrevistado é Pedro Garcia Rosado. Autor das séries policiais "O Estado do Crime", "Não Matarás" e "As Investigações de Gabriel Ponte", que usam sempre como pano de fundo a realidade portuguesa e que abordam temas polêmicos. 

Quero agradecer ao Pedro Garcia Rosado a disponibilidade para fazer esta entrevista. 

O próximo livro, "Morte nas Trevas", vai ser publicado em Maio, e já tem a partcipação confirmada de Joel Franco e Ulianov. 



O Estado do Crime


- Gabriel Ponte e Joel Franco são dois protagonistas dos seus livros. Como é que os criou? Qual as principais diferenças entre eles?

A literatura policial requer, normalmente, um investigador criminal como herói, ou como protagonista principal. A legislação portuguesa comete essa função, no que se refere ao crime de homicídio (que é o elemento fundamental de qualquer história deste género literário), à Polícia Judiciária. A criação de uma série, de várias histórias com um protagonista fixo, requeria um investigador criminal e ele devia ser, inevitavelmente, um inspector da PJ, da Secção de Homicídios, de preferência com experiência noutras áreas para o âmbito das histórias poder ser alargado. Foi desse modo que nasceu Joel Franco, como um investigador bem integrado no sistema, e com base na recolha de informações sobre as circunstâncias reais da actividade da PJ. Quando a série “Não Matarás” ficou parada, por motivos que me são alheios, não quis fazer um “clone” de Joel Franco e nasceu então a figura de Gabriel Ponte, como uma espécie de inspector de algum modo renegado. Gabriel Ponte tem maior liberdade de movimentos (e talvez precise dela se começar a investigar alguns casos por conta própria...) mas Joel Franco, apesar de ser um homem mudado e de certa forma revoltado, continua na PJ, como investigador. E os seus caminhos vão cruzar-se.

- Usa sempre Portugal como cenário principal dos seus livros, porque essa aposta?

Quando pensei em escrever histórias, e de acordo com as minhas preferências literárias (nessa altura na área do fantástico), pensei que seria impossível encontrar cenários para histórias de mistério, ou de crime, num país tão pequeno como Portugal. Mas depois, quando a certa altura, pensei em começar a desenvolver uma história com a dimensão de poder ser livro, se tivesse qualidade para tal, percebi que havia espaço, geográfico e não só, para contar histórias passadas no nosso país, aproveitando cenários que conhecia, como foi o caso do Alentejo, em “Crimes Solitários”, o meu primeiro “thriller”, em 2004. Dez anos depois continuo a pensar que a realidade geográfica e social é óptima para muitas histórias – Caldas da Rainha, em cujo concelho vivo, já forneceu cenários para “O Clube de Macau” (2007), “A Guerra de Gil” (2008), “Triângulo” (2012), “Morte com Vista para o Mar” (2013) e agora “Morte nas Trevas” (2014). E Lisboa e os seus subúrbios têm muito que explorar e aproveitei a cidade para “Ulianov e o Diabo” (2006), “A Cidade do Medo” (2010), “Vermelho da Cor do Sangue” (2011) e “Morte na Arena” (2013). E em 2015 talvez Gabriel Ponte vá até ao Alentejo...





- Nos seus livros aborda diversos assuntos polêmicos como a corrupção, emigração ilegal e o tráfico de influências, acha que a nossa realidade é assim tão negra?

Não é, mas a literatura policial tem de viver desses aspectos mais sombrios da sociedade e eles existem. Eu recolho a inspiração, principalmente, do que vou vendo nos jornais e essa realidade portuguesa mais sórdida tem sido tratada com toda a plausibilidade, o que é essencial, respeitando a fronteira entre a ficção e a reportagem mas aceitando que a vida real e os seus protagonistas invadam as minhas histórias.

Além de ser escritor, você também é tradutor, quais são os livros que mais gostou de traduzir?

Retenho cinco, dos cerca de cinquenta que já traduzi desde 2007: o mais recente foi o primeiro volume de “The Story of de the Jew”, do historiador Simon Schama (Temas e Debates), que é uma obra admirável sobre o judaísmo e os judeus; “Tríptico”, de Karin Slaughter (Topseller), um “thriller” perfeito que eu já tinha lido há vários anos e que redescobri ao traduzir; “Cada Dia, Cada Hora”, da romancista croata Nataša Dragnić (Porto Editora), uma bela história de amor; “Cornos”, de Joe Hill (1001 Mundos), uma combinação notável de uma história de amor com uma história de terror; e “Aliança”, do jornalista Jonathan Fenby (Quid Novi), um relato empolgante sobre a aliança Roosevelt – Churchill – Estaline.;


Não Matarás


- Para si, qual é a importância dos blogues na divulgação de livros?

O desaparecimento da crítica literária objectiva e independente de modas e favoritismos da imprensa, em geral, deixou um abismo difícil de atravessar – como é que os livros que vão saindo chegam ao conhecimento do público com uma opinião alheia aos editores e aos autores? Os blogues literários estão a cumprir essa função e da melhor maneira: os seus autores estão a ler, de acordo com as suas preferências literárias, e estão a dar opinião. E estão mais acessíveis – “on line”. Penso que os blogues literários poderão evoluir, pelo menos alguns, para sites mais estruturados sobre livros e, inclusivamente, encontrarem alguma forma de se sustentarem, alargando ainda mais a sua intervenção. E há mais: os seus autores, porque gostam de ler e têm opinião sobre aquilo de que gostam e não gostam, poderão estar até melhor preparados do que os jornalistas que, em alguns casos, parecem, parecem mais permeáveis a editoras do que a autores e géneros literários, sem memória e sem conhecimentos.

- De onde nasceu o seu interesse pela literatura?

Sempre me lembro de ter livros em casa, desde que comecei a ler, desde aventuras juvenis (de René Guillot, Jules Verne, Edgar Rice Burroughs, Emilio Salgari) aos géneros que depois fui procurar por interesse própria (fantástico, FC, mais tarde o policial, a banda desenhada franco-belga mas também a americana). E depois fui lendo sempre, com a regularidade com que ia ao cinema. Mesmo com menos tempo há sempre um livro por perto, a ser lido ou à espera de ser lido.


As Investigações de Gabriel Ponte



Quais os seus escritores preferidos?

Actualmente, Carl Hiaasen, Harlan Coben, James Ellroy, John Le Carré, Karin Slaughter, Lee Child (por enquanto...), Stephen King (às vezes) e a grande, muito grande, Ruth Rendell.

- Já tem mais projectos em mente?

A série começada com “Morte com Vista para o Mar”, com Gabriel Ponte, já me ocupa bastante (o quarto livro da série sairá em 2015, tendo para já “A Morte da Honra” como “working title”) e há uma convergência e uma cumplicidade muito grandes com a Topseller, que muito me agrada, quanto à sua continuação, enquanto tal for possível. Mas tenho em mente escrever um romance, diferente no estilo, sobre o jornalismo e os jornalistas. Dos meus mais de vinte anos como jornalista reuni muitas histórias, pessoais e outras, que podem dar um bom romance, quando passadas para o quadro de crise em que a Imprensa vive.

14 de janeiro de 2014

Passatempo - 4 anos "Os Livros do Lars"

Para comemoração do quarto aniversário do blogue "Os Livros do Lars" decidi fazer um passatempo com o livro "Filhos de Krondor - O Corsário do Rei" de um dos meus autores preferidos, Raymond E. Feist.

O passatempo termina no dia 26 de Janeiro a meia noite.
Só são admitidas participações de Portugal.
Pode encontrar as respostas para o passatempo aqui.


Sinopse:

Há muito recomposto da guerra da brecha, a terra e o povo do reino das ilhas floresce. Nicholas, o filho mais novo do Príncipe Arutha, é um jovem inteligente e dotado, mas foi sempre protegido pela vida na corte, em Krondor. Para que aprenda mais sobre o mundo para lá das paredes do palácio, Arutha decide enviar Nicholas e o seu irreverente escudeiro, Harry, até à rústica Crydee, onde Arutha cresceu. É tempo de mostrar uma vida sem privilégios. 

Mas poucas semanas após a chegada deles, Crydee é brutalmente atacada. O castelo fica reduzido a ruínas, os cidadãos são chacinados e duas jovens nobres - amigas de Nicholas - são raptadas. 

Ao aventurar-se para longe das paisagens familiares da sua pátria em perseguição dos invasores, Nicholas compreende que está em jogo algo mais do que o destino das suas amigas, e mais até do que o destino do Reino das Ilhas, pois por detrás dos piratas assassinos esconde-se uma força bem mais poderosa que põe em perigo todo o mundo de Midkemia. E apenas ele poderá vencer essa terrível ameaça… ou perder o reino por inteiro.



13 de janeiro de 2014

Game of Thrones - Trailer da 4ª temporada


Com a quarta temporada de "Game of Thrones" a estrear no dia 6 de Abril, a HBO publicou o trailer oficial da temporada.

 Valar Morghulis

12 de janeiro de 2014

Os Livros do Lars - Quarto aniversário



Hoje o blogue "Os Livros do Lars" celebra o seu quarto aniversário.

Quatro anos recheados de óptimas leituras, inúmeras aventuras e mil e uma batalhas vencidas.

Quero ainda agradecer a todos os seguidores do blog, com os quais tenho o prazer de partilhar as minhas leituras. Obrigado a todos!

11 de janeiro de 2014

Opinião - Quando a Noite Cai


Cai a noite em Nova Iorque. Um avião levanta voo do Aeroporto internacional JFK com destino a Paris.
Numa praia deserta de Long Island - a poucos quilómetros de distância - um casal apaixonado vive uma noite de amor proibido. Encoberto pelas dunas e pelo crepúsculo a sua única testemunha é a câmara de vídeo que trazem consigo.
O romantismo do momento é interrompido abruptamente por uma enorme explosão. O Boeing 747 que acabar de levantar voo, incendeia o céu. Despenha-se pouco depois, incandescente, nas águas profundas do Atlântico.
O casal agarra nas suas coisas e abandona, apressado, a zona do acidente ao mesmo tempo que vê os carros da polícia aproximarem-se do local a toda a velocidade.
A câmara de vídeo regista toda a tragédia.
Poderá a verdade destruir o mundo?

Opinião:

"Quando a Noite Cai" é um thriller da autoria de Nelson DeMille e que retrata a queda do avião TWA 800, que fazia ligação de Nova Iorque à Paris.

John Corey, policia reformado e agora membro da Unidade Operacional de Combate ao Terrorismo, vai com a sua mulher, Kate Mayfield, às homenagens fúnebres pelo quinto aniversário do acidente aéreo.

Kate Mayfield foi uma das Agentes que o FBI enviou na investigação inicial à queda do avião. De início ainda se pensou que fosse um ataque terrorista mas depois a causa oficial foi a de uma explosão no depósito de combustível central. Mas Kate não concorda com a teoria oficial e pede a Corey para investigar o caso clandestinamente.

Este livro é uma mistura entre factos verídicos e ficcionais, a queda do voo TWA 800 infelizmente é verídica e causou a morte a 230 pessoas.

Um dos pontos fortes deste livro é o protagonista John Corey, um homem um pouco arrogante, com um humor negro muito característico mas um excelente investigador.

Não gostei tanto deste livro como gostei do "O Jogo do Leão", mas é um bom livro e que nos deixa na dúvida em relação às verdadeiras causas do acidente aéreo.

Avaliação: 8-10

8 de janeiro de 2014

Prémio Bang!


A Editora Saída de Emergência anunciou hoje a realização do "Prémio Bang!".
O vencedor ganha um prémio de 3 mil euros e a ainda a publicação do livro em Portugal e no Brasil.
Para saber como participar veja este link.

6 de janeiro de 2014

5 de janeiro de 2014

Opinião - Triângulo



Joel Franco, Rosa Custódio e Jaime Paixão foram amigos e colegas na Faculdade de Direito e, mais tarde, entraram todos na PJ. Os seus caminhos, entretanto, afastaram-se, até que um caso que envolve um primeiro-ministro extremamente colérico volta a uni-los, mas da pior maneira. Jaime Paixão é agora adjunto do ministro da Justiça e Joel trabalha na Secção de Homicídios da PJ quando Rosa Custódio é encarregada de dirigir uma equipa que se vê a braços com o cadáver da namorada do primeiro-ministro. E, enquanto Rosa procura contornar os obstáculos políticos que dificultam a descoberta da verdade, devido às manobras de um pequeno grupo de conspiradores entre os quais se encontra Jaime Paixão, o inspector Joel Franco lança-se numa cruzada pessoal.

Chegou o momento de o protagonista desta série ir finalmente ao encontro dos suspeitos do homicídio de Augusto, seu amigo de infância, morto no seminário que ambos frequentavam. A perseguição do assassino levá-lo-á, de resto, da Serra da Estrela à Lagoa de Óbidos, onde actua uma rede de pedofilia e prostituição de luxo que tem por cabecilha uma misteriosa empresária conhecida por Medusa. Mas ela tem também ligações ao caso que Rosa Custódio quer resolver.

Triângulo segue-se a "A Cidade do Medo" e a "Vermelho da Cor do Sangue" (já traduzido em Espanha) e faz do inspector Joel Franco uma das personagens mais importantes do thriller português, que, nesta obra, enfrenta o maior e mais exigente desafio da sua vida.

«Não Matarás» é uma série de thrillers ambientados em Portugal e com personagens portuguesas. O seu protagonista é Joel Franco, inspector na Secção de Homicídios da Polícia Judiciária que, em todos os crimes que resolve, sabe estar a vingar uma morte a que assistiu na infância.

Opinião:


Triângulo é o terceiro volume da trilogia Não Matarás, que tem como protagonista o inspector da Polícia Judiciária Joel Franco.


Joel Franco vai finalmente defrontar os suspeitos do assassínio do seu amigo de infância, Augusto.  Mas verá-se envolvido em perigosas teias, que poderão ter grandes custos.


José Garrido, primeiro ministro, é um homem calculista e manipulador,  e que por isso conseguiu subir ao poder, mas tem uma face escondida, uma de um homem colérico e muito violento. 


Mas uma vez o autor neste livro aborda a corrupção dos meios políticos e a troca de favores entre os mesmos, mas neste livro em particular o nível de corrupção surpreendeu me tanto pela gravidade como pelo facto de ser perfeitamente plausível.


Este livro marca o final de uma excelente trilogia policial portuguesa, que tem excelentes descrições do nosso país. Com personagens sólidas e muito humanas, podemos sentir a angústia de Joel ao longo da mesma. Pedro Garcia Rosado já revelou no blogue "Verosky - A Menina dos Policiais", um excelente blogue que sigo atentamente,  que Joel irá participar no livro "Morte nas Trevas" e eu estou curioso por saber como ele o irá conjugar com o Gabriel Pontes.


O final deste livro deixou-me simplesmente KO! Absolutamente espectacular e apanhou completamente desprevenido! 


Se gosta de ler policiais de qualidade compre com a minha recomendação, qualquer livro do Pedro Garcia Rosado. Sem dúvida um mestre do policial português!


Avaliação: 9-10

2 de janeiro de 2014

Opinião - Fogo Cruzado



Em 1777 Filadélfia é uma cidade em guerra — não só entre as tropas britânicas e o exército americano, mas consigo mesma. Porque uma cidade ocupada junta lealistas e patriotas, soldados e civis, homens e mulheres. E divide famílias e fomenta a traição. É aqui que o impiedoso capitão Kit Vane e a bela Martha Crowl, a impulsiva patriota Caroline e o seu jovem amante idealista Jonathon, o pouco escrupuloso Ezra Woollard e o brutal sargento Scammell forjam e quebram alianças volúveis que os levam a correr grandes perigos. Apanhado entre eles encontra-se o soldado Sam Gilpin. Seduzido para a guerra pelo desafio e por uma casaca vermelha, este deverá aprender a amarga lição do amor, da perda e da descoberta do verdadeiro significado da lealdade.

Opinião:

"Fogo Cruzado" é um romance histórico escrito por Bernard Cornwell, que descreve Filadélfia durante a Guerra Revolucionária Americana.

Em 1777, Filadélfia é uma cidade cercada pelas forças rebeldes desde a sua ocupação pelo exército inglês, liderando por Sir William Howe. 

Sam Gilpin é um soldado ao serviço do exército inglês que tem um talento especial para cuidar de cavalos. Ele juntou-se ao exército juntamente com o seu irmão gémeo Nate, para fugir à sua vida campestre e pela promessa de ouro. 

Ao contrário dos outros livros que li de Cornwell, a história deste livro centra-se mais nos sentimentos das diversas personagens, as suas lealdades, amores e intrigas. Mas não deixa de ter presente cenas de batalhas, mas o foco do autor é descrever uma cidade sitiada divida entre pessoas leais à Inglaterra e patriotas que desejam a independência.

 Foi uma leitura agradável mas não é o melhor que já li de Cornwell.

Avaliação: 7-10